Resiliência e crescimento das franquias de alimentação em 2024
Mesmo diante de juros altos e desafios econômicos, o setor de franquias mostra força e inovação. Pesquisa ABF 2024/25 revela expansão sólida, alta lucratividade e adoção de práticas modernas – da digitalização ao ESG – evidenciando o papel do Franchising 4.0 na evolução das redes no Brasil e no mundo.
Crescimento consistente
O mercado brasileiro de franquias manteve um ritmo de crescimento vigoroso em 2024. Segundo a Pesquisa Setorial da ABF 2024/25 (segmento de alimentação, elaborada pela Galunion), o faturamento das redes aumentou 15,6% em relação a 2023, acompanhado de um incremento de cerca de 3% no número de unidades, ultrapassando a marca de 900 marcas franqueadoras na alimentação. Esse desempenho espelha a tendência de todo o franchising nacional, que registrou R$ 273 bilhões em faturamento (+13,5%), superando as projeções iniciais da ABF. Importante destacar que esse crescimento foi generalizado entre os diferentes segmentos: entretenimento e lazer (+16,6%), saúde, beleza e bem-estar (+16,5%) e alimentação (+16,1%) estiveram entre os líderes de expansão no ano.
Essa expansão veio acompanhada de alta lucratividade para os franqueadores. Conforme o levantamento da ABF/Galunion, 91% das redes obtiveram lucro em 2024, sendo que em 66% delas a margem líquida superou 10% do faturamento (28% registraram margem acima de 15%). Além disso, 84% dos franqueadores entrevistados viram seu faturamento crescer em 2024 frente ao ano anterior. Esses números indicam um setor maduro e rentável, capaz de gerar retorno mesmo em operações de pequeno e médio porte. Vale notar que o franchising brasileiro contava ao final de 2024 com cerca de 3.300 marcas ativas e quase 198 mil unidades em operação, variando de grandes redes consolidadas a franquias emergentes. Em outras palavras, há espaço tanto para gigantes do mercado quanto para novos entrantes – e a rentabilidade consistente reforça a atratividade do modelo de franquias para empreendedores.
Resiliência em cenário adverso
Um dos aspectos mais notáveis do setor de franquias é a sua resiliência, mesmo diante de cenários político-econômicos desafiadores. Em 2024, o Brasil enfrentou juros básicos em patamar historicamente elevado (Selic acima de 13% ao ano), crédito mais caro e demanda oscilante. Ainda assim, o franchising superou as expectativas e manteve crescimento acima do esperado. De acordo com a ABF, fatores como a expansão para mercados do interior, o foco em eficiência operacional e a rápida digitalização de processos ajudaram a sustentar o setor aquecido apesar do ambiente adverso. Como afirmou o presidente da ABF, Tom Moreira Leite, “tal resultado não seria possível sem o forte trabalho das redes franqueadoras de ajustarem suas operações e ofertas aos consumidores” – ou seja, as franquias souberam se adaptar rapidamente, cortando custos e inovando na proposta de valor para continuar crescendo.
No contexto internacional observa-se o mesmo fenômeno. Nos Estados Unidos, por exemplo, a International Franchise Association reportou que, mesmo enfrentando inflação elevada, escassez de mão de obra e alta no custo de capital, as franquias continuaram a expandir e devem adicionar cerca de 15 mil novas unidades em 2024 (+1,9%), ultrapassando o crescimento da economia em geral. Esses dados reforçam que a resiliência é inerente ao modelo de franquias: a padronização de processos, a força de marca e o compartilhamento de boas práticas proporcionam às redes uma capacidade de resistir melhor a crises do que negócios independentes. No Brasil, mesmo quando ocorrem ajustes pontuais, o impacto tende a ser controlado – em 2024, cerca de 74% das marcas de alimentação relataram algum fechamento de unidade, porém a soma desses fechamentos representou apenas 5% do total de lojas, indicador baixo que “mostra que o franchising é mais robusto que os negócios em alimentação em geral”. Em muitos casos, unidades fechadas dão lugar a novas operações transferidas (76% das redes fizeram repasses de franquias em 2024), mantendo o sistema em constante renovação. Assim, apesar das incertezas políticas e econômicas – como volatilidade cambial, eleição nos EUA e mudanças regulatórias internas – o setor de franquias segue em expansão. A previsão da ABF para 2025, ainda que moderada (alta de 8% a 10% no faturamento), confirma que o franchising continuará crescendo acima do varejo tradicional, evidenciando sua força estruturante frente aos obstáculos.
Franchising 4.0: Tecnologia, Dados e Experiência do Cliente
Por trás da performance robusta do setor, há uma transformação em curso nas práticas de gestão das redes – fenômeno que vem sendo chamado de Franchising 4.0. Mas o que isso significa na prática? Em essência, o Franchising 4.0 é a evolução do modelo tradicional de franquias, marcada pela incorporação de tecnologia avançada, inovação e digitalização em todas as etapas da operação. O objetivo é potencializar a eficiência operacional, a produtividade e a experiência tanto do franqueado quanto do consumidor final, por meio de ferramentas digitais, automação e análise inteligente de dados. Não se trata de um jargão vazio, mas de mudanças concretas no dia a dia das franquias.
As redes brasileiras vêm adotando aceleradamente essas tecnologias. De acordo com a pesquisa setorial, as ferramentas tecnológicas mais utilizadas no contato com o consumidor hoje incluem sistemas de PDV (ponto de venda) integrados (presentes em 79% das franquias de alimentação) e cardápios digitais (72%), substituindo os antigos processos manuais. Além disso, metade das marcas já opera com pedidos online via aplicativos próprios – tendência que reduz filas e traz conveniência ao cliente – enquanto quiosques de autoatendimento e sistemas de gestão de filas começam a ganhar espaço (adotados por 28% e 14% das redes, respectivamente). Essas iniciativas ilustram a digitalização dos processos operacionais, permitindo uma gestão mais ágil e integrada em todas as unidades da franquia.
Outra prioridade do franchising 4.0 é a personalização do atendimento e a melhoria da experiência do cliente, alavancadas por dados. Ferramentas de CRM (gestão de relacionamento) e programas de fidelidade já são utilizadas por 71% das redes para conhecer melhor o comportamento do consumidor e criar ofertas sob medida. Os resultados são campanhas de marketing mais eficientes e produtos alinhados às preferências do público-alvo. Não por acaso, 86% das marcas consideram os programas de fidelização importantes em sua estratégia – e quase 70% já implantaram programas de cliente frequente, em sua maioria desenvolvidos internamente sob medida para a marca. Com esse foco no engajamento, redes sociais como o Instagram tornaram-se canais fundamentais de comunicação, sendo utilizado em ações de marketing por 100% dos franqueadores pesquisados. A capacidade de coletar feedback online e interagir diretamente com o consumidor permite ajustar rapidamente serviços e produtos, aprimorando a satisfação e a lealdade. Como consequência, 91% das redes planejam investir ainda mais em marketing digital, fidelização e relacionamento com o cliente em 2025 – um indicativo claro de que a experiência do cliente está no centro da estratégia de crescimento daqui em diante.
Essa transformação digital não é exclusiva do Brasil. Nos Estados Unidos, franquias de diversos setores também estão integrando tecnologia a seus modelos de negócio em ritmo acelerado. Franqueados têm lançado mão de sistemas avançados de ponto de venda, softwares de CRM e ferramentas de análise de dados para obter insights acionáveis sobre o comportamento do consumidor, otimizar a gestão de estoque e personalizar ofertas de marketing. Além disso, a popularização de apps de delivery, plataformas de pedidos via celular e pagamentos sem contato vem redesenhando a interação das franquias com os clientes em um mundo cada vez mais digital. Em suma, seja no Brasil ou no exterior, a adoção de tecnologia e data analytics se tornou pilar do franchising moderno, aumentando a agilidade, a eficiência e a capacidade de expansão das redes. As franquias que abraçam essas inovações (de inteligência artificial a automação de processos) conseguem escalar mais rápido e de forma sustentável, enquanto entregam ao consumidor conveniência e personalização sem precedentes.
Sustentabilidade como estratégia competitiva
Outra premissa central do Franchising 4.0 é o alinhamento com princípios de ESG (Environmental, Social and Governance) – em português, boas práticas ambientais, sociais e de governança. Os franqueadores compreenderam que, além de fazer a coisa certa, iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social fortalecem a marca e trazem ganhos de eficiência. A pesquisa ABF 2024/25 revela uma ampla adoção de práticas ESG pelas redes de franquias. No aspecto social, 97% das marcas declaram “tratar bem seus colaboradores” – o que inclui investir em capacitação, planos de carreira e um ambiente de trabalho saudável – e 88% afirmam pautar-se pela transparência e ética na conduta do negócio. Muitas redes implementaram políticas formais de valorização dos funcionários, promoção de diversidade e equidade, e envolvimento com a comunidade local, demonstrando um comprometimento social além do discurso.
No eixo ambiental, as franquias também têm avançado: 67% adotam programas de uso consciente de recursos (água, energia, combustíveis) e 66% mantêm iniciativas de controle de desperdício de alimentos em suas operações. Práticas como destinação adequada de resíduos (coleta seletiva de lixo), reciclagem de óleo de cozinha, uso de embalagens sustentáveis e concepção de menus com baixo desperdício vêm ganhando espaço em redes de alimentação. Algumas franquias já miram certificações ambientais, logística reversa e metas de carbono zero, indicando um movimento consistente rumo à sustentabilidade de ponta a ponta. Esse engajamento ESG reforça a imagem do franchising como um dos setores mais maduros e atentos às boas práticas no mundo dos negócios atuais. Em outras palavras, as franquias brasileiras estão incorporando valores de responsabilidade social e ambiental ao seu core business, o que não só atrai consumidores cada vez mais conscientes, como também gera economia (redução de desperdícios, eficiência energética) e melhora a governança interna. Na era do Franchising 4.0, lucratividade e propósito andam de mãos dadas: redes que cuidam de pessoas e do planeta constroem marcas mais fortes e resilientes a longo prazo.
Novos Formatos, Delivery e Expansão das Redes
A modernização do franchising também se reflete nos formatos de operação e canais de venda adotados pelas redes. Para atender mudanças no comportamento do consumidor – e viabilizar expansão em diferentes mercados – muitas franquias estão inovando em seus modelos de unidade. De acordo com a pesquisa, 52% das marcas planejam investir em formatos de loja de menu reduzido (ou seja, unidades mais enxutas, com portfólio compacto de produtos) e 45% pretendem abrir lojas em locais não tradicionais. Esses locais podem incluir desde pontos dentro de outros estabelecimentos (lojas store-in-store), quiosques em aeroportos e estações, até cidades de menor porte antes não contempladas. A ideia é diminuir custos e levar a marca onde o cliente está, fugindo do modelo único de grande loja de rua ou shopping. Como exemplo, multiplicam-se franquias de alimentação operando em contêineres, food trucks ou cozinhas exclusivamente para delivery (dark kitchens) – flexibilizando o modo de atender o mercado. Esse movimento mostra que inovar no formato físico se tornou parte da estratégia de crescimento, ampliando a capilaridade das redes sem perder a eficiência.
Em paralelo, observa-se um forte crescimento do canal de delivery e outras modalidades de venda remota. 90% dos franqueadores de alimentação já operam com serviços de entrega (delivery) ou retirada (take away) em suas unidades. O delivery deixou de ser algo acessório para se tornar parte importante do faturamento: em 58% das redes, as vendas via delivery representaram até 15% do faturamento total em 2024, ao passo que em 20% das franquias esse percentual superou 30% da receita anual. Ou seja, para uma parcela significativa do mercado, um em cada três reais já provém de pedidos entregues fora da loja física. Esse dado comprova que o hábito de consumo via aplicativos de entrega firmou-se de vez no estilo de vida dos brasileiros – tendência consolidada pós-pandemia – e as franquias tiveram que se adaptar rapidamente. Mesmo marcas tradicionalmente focadas em salão adotaram modelos híbridos, com embalagens próprias, menus específicos para viagem e integração com plataformas digitais.
A predominância dos marketplaces de delivery também salta aos olhos: serviços como iFood, Rappi e Uber Eats tornaram-se parceiros quase onipresentes. Na pesquisa ABF, 96% dos franqueadores citaram o iFood como canal de vendas utilizado, sendo responsável, em média, por 87% da receita de delivery de 2024 entre os respondentes. Isso indica que, embora muitas redes tenham desenvolvido aplicativos próprios, a visibilidade e conveniência dos grandes marketplaces os tornam indispensáveis para alcançar os clientes. Por outro lado, esse modelo traz desafios de gestão de margem – as taxas cobradas pelas plataformas variam geralmente de 11% a 25% sobre o valor do pedido. Para equilibrar, algumas franquias optam por modelos mistos de captação de pedidos: metade das marcas opera tanto canais próprios quanto terceiros, buscando reduzir a dependência das plataformas externas. De qualquer forma, o delivery passou a compor o mix estratégico das franquias, influenciando decisões de formato (lojas menores focadas em produção para entrega), logística (parcerias com operadores de last-mile, por exemplo) e até desenvolvimento de produtos – 19% das marcas lançaram itens pensados exclusivamente para delivery, segundo o estudo. Em suma, o franchising 4.0 abraça a omnicanalidade: combina lojas físicas ajustadas a novos contextos com canais digitais eficientes, de modo a atingir o cliente onde quer que ele esteja, da forma que for mais conveniente.
Essa mentalidade de expansão também inclui repensar a estratégia de crescimento das redes. Em vez de depender apenas de novos franqueados individuais, muitas franquias estão apostando em multifranqueados – empreendedores que operam várias unidades da mesma marca. O levantamento aponta que 52% das marcas planejam crescer via multifranqueados (31% exclusivamente através de multifranqueados da própria rede, e 21% permitindo operadores que também têm franquias de outras marcas). Esse modelo traz vantagens: franqueados experientes tendem a ter melhor desempenho operacional e capacidade de investimento, acelerando a expansão com qualidade. Ainda assim, cerca de 28% das redes continuam focadas em atrair novos franqueados individuais, o que faz sentido para preencher regiões ainda não atendidas e trazer sangue novo ao sistema. De modo geral, percebe-se um equilíbrio entre crescer com parceiros consolidados e ampliar a base de franqueados, sempre com o cuidado de manter a padronização e suporte adequados para não sacrificar a qualidade da rede. Entre os principais desafios apontados pelos franqueadores para 2025 estão justamente expandir os negócios de forma sustentável (prioridade para 64% das marcas), seguidos pela valorização das equipes/treinamentos (60%) e melhoria de processos para ganho de eficiência (57%). Ou seja, crescer sem perder eficiência e capital humano é a meta – e para isso o franchising 4.0 oferece as ferramentas, desde tecnologia até novos formatos, para viabilizar essa expansão equilibrada.
Modelos escaláveis e o papel da consultoria especializada
Diante de tantas mudanças e oportunidades no universo das franquias, fica clara a importância de planejamento e orientação especializada para quem deseja transformar seu negócio em uma franquia de sucesso. Os dados mostram que o franchising atual exige muito mais do que simplesmente replicar unidades: é preciso incorporar tecnologia, práticas de ESG, canais digitais e inovações de formato – tudo isso sem perder a rentabilidade e o controle da operação. Para pequenos e médios empreendedores, navegar nesse cenário pode ser desafiador. É aqui que entra o trabalho de consultorias especializadas em formatação de franquias, como a 300 Consultoria, cujo objetivo é justamente apoiar empresas na construção de modelos escaláveis e sustentáveis de franchising.
Uma consultoria experiente agrega valor em diversas frentes. Primeiro, ajuda a realizar uma análise de franqueabilidade do negócio original – avaliando se a empresa possui os atributos necessários (produto atrativo, operação replicável, saúde financeira, etc.) para se tornar uma franquia. A partir daí, desenvolve-se um plano de negócios completo da franquia, cobrindo definição do investimento inicial ideal, taxas de franquia e royalties, projeções financeiras para franqueados, estrutura de suporte e todos os componentes essenciais. Startups e negócios familiares muitas vezes carecem dessa visão estruturada, e pular etapas pode comprometer a expansão no futuro. Com orientação profissional, evita-se erros comuns, como falta de padronização ou modelagens financeiras desalinhadas da realidade do mercado.
Além disso, consultorias como a 300 Consultoria trazem metodologias e know-how já testados no setor. Por exemplo, a 300C desenvolveu uma abordagem de aceleração de negócios que permite à empresa franqueadora crescer em meses o que demoraria anos por tentativa e erro. Isso inclui implementar ferramentas de gestão exponencial – muitas delas ligadas aos pilares do franchising 4.0. Conforme destaca a própria 300C, seu trabalho se apoia em tecnologia, comunicação integrada e transferência de know-how para garantir que o modelo de franquia seja robusto e escalável. Esses pilares refletem justamente os fundamentos do bom franchising moderno: uso de sistemas digitais para ganho de escala, canais de comunicação eficientes entre franqueadora e franquias, e manuais operacionais claros que transmitam o conhecimento do negócio a cada novo franqueado. Ao atuar com esse mindset exponencial, a consultoria consegue levar sustentabilidade ao crescimento – ou seja, expandir rápido sem perder a qualidade e a consistência da rede.
No aspecto prático, uma consultoria especializada auxilia na formatação jurídica e operacional da franquia. Isso abrange desde a elaboração da Circular de Oferta de Franquia (COF) e dos contratos franquiador-franqueado, assegurando conformidade com a Lei de Franquias, até a criação dos manuais de operação, manuais de marca e programas de treinamento que serão replicados em cada unidade franqueada. Esse pacote de documentação e processos é o que efetivamente “embala” o negócio para replicação em escala. Uma vez estabelecido, o empreendedor pode franquear com muito mais segurança, sabendo que está entregando aos parceiros franqueados um modelo testado, padronizado e com suporte estruturado. A consultoria também orienta na definição da estratégia de expansão – por exemplo, quais regiões priorizar, qual perfil de franqueado buscar, qual o melhor ritmo de crescimento para não sobrecarregar a estrutura. No caso da 300 Consultoria, há ainda um foco em capacitação e educação dos empresários durante todo esse processo, garantindo que o dono da marca desenvolva a mentalidade necessária para ser um franqueador de sucesso, ciente de seus novos papéis e responsabilidades.
Em síntese, contar com uma consultoria especializada pode ser o diferencial entre uma franquia promissora e uma operação mal formulada. Os princípios do Franchising 4.0 – da digitalização às práticas ESG – exigem conhecimento e preparo para serem implementados efetivamente. Com o apoio de quem já formatou centenas de redes e conhece as melhores práticas do mercado, o empreendedor diminui riscos e ganha credibilidade junto a investidores, franqueados e consumidores. O resultado é uma franquia lançada com bases sólidas, apta a escalar de forma sustentável e a se manter relevante em um mercado dinâmico. Para a 300 Consultoria, por exemplo, cada projeto é conduzido visando exatamente isso: fazer com que a marca permaneça na rota do sucesso exponencial, entregando não apenas crescimento em números, mas também valor duradouro para toda a rede. Em um ambiente onde franchising continua resiliente e em expansão, ter ao lado uma equipe de especialistas confere segurança e aumenta as chances de transformar um bom negócio local em uma franquia de destaque nacional – e quem sabe, global.
Fonte dos dados: Pesquisa Setorial ABF 2024/2025 (Foodservice) – Galunion; ABF (Associação Brasileira de Franchising); IFA (International Franchise Association); Exame; Tip Top Franquia.